Privacidade

Política de Privacidade

Como tratamos dados pessoais no Pulso Clínica. Atualizada em 5 de agosto de 2026.

1. Quem trata os seus dados

O Pulso Clínica é um software de gestão para clínicas, oferecido pela Lua Hub. Nesta política, dois papéis diferentes convivem — e a diferença importa para saber a quem recorrer:

  • Dados de quem visita ou contrata o Pulso (você preenche um formulário, assina a newsletter ou cria uma conta de teste): a Lua Hub é a controladora. Ela decide por que e como esses dados são tratados.
  • Dados de pacientes dentro do sistema (prontuário, agendamento, financeiro): a clínica é a controladora e a Lua Hub atua como operadora — processa apenas conforme a instrução da clínica. Se você é paciente de uma clínica que usa o Pulso, o seu canal é a própria clínica.

A confirmar com o jurídico antes da publicação: razão social, CNPJ e endereço completo da controladora, e o nome e o e-mail do Encarregado pelo Tratamento de Dados (DPO).

2. O que coletamos neste site, e para quê

Este site coleta dados em dois pontos, e apenas neles. Em ambos, o consentimento é registrado com o texto exato que você leu no momento do envio — não uma versão resumida depois.

Formulário de contato e pedido de demonstração

Nome do contato, nome da clínica, e-mail, WhatsApp, faixa de número de unidades e a mensagem que você escrever. Finalidade: responder ao seu contato e apresentar o produto. Base legal: consentimento e diligências preliminares a contrato.

Inscrição na newsletter

Apenas o e-mail. Finalidade: enviar conteúdos sobre o Pulso Clínica. Base legal: consentimento. Todo envio traz link de cancelamento, e o cancelamento é registrado com data.

Não usamos os dados do formulário para publicidade de terceiros, e não os vendemos.

3. Dados de saúde dentro do sistema

Prontuário, evolução clínica, anexo de exame, termo assinado e gravação de teleconsulta são dados pessoais sensíveis. Eles pertencem à relação entre paciente e clínica; a Lua Hub os armazena e processa por conta da clínica, sob contrato.

  • O acesso é por perfil: quem não tem a permissão não vê o dado, e a separação entre clínicas é aplicada no próprio banco, não só na tela.
  • Toda alteração relevante deixa trilha de auditoria com autor, data e o que mudou.
  • Gravação de teleconsulta só ocorre com consentimento registrado, e o consentimento pode ser revogado.

4. Por quanto tempo guardamos

O prazo não é uma escolha comercial: para parte dos dados, guardar é obrigação legal, e por isso eles não saem nem a pedido do titular.

  • Prontuário e documentos clínicos — 20 anos, contados do último registro, conforme a Resolução CFM 1.821/2007 e normas correlatas. Este prazo prevalece sobre um pedido de exclusão.
  • Registros financeiros e fiscais — 5 anos, pelo prazo de guarda fiscal.
  • Gravações e amostras de voz — enquanto durar o consentimento. Revogado o consentimento, o material é removido.
  • Dados de contato coletados neste site — mantidos enquanto houver relacionamento ou até o pedido de exclusão, o que vier primeiro.

5. Os seus direitos, e como exercê-los

A LGPD (art. 18) garante a você confirmar a existência de tratamento, acessar os dados, corrigir o que estiver errado, pedir anonimização ou exclusão, solicitar portabilidade, revogar consentimento e se opor a um tratamento.

Se você é paciente de uma clínica que usa o Pulso, o pedido vai para a clínica — ela é a controladora do seu dado clínico. O Pulso oferece a ela uma fila própria de pedidos de titular, com prazo legal de 15 dias e registro de quem atendeu.

Se o seu dado veio deste site (contato ou newsletter), o pedido vai ao Encarregado pelo canal indicado na seção 7.

Quando a exclusão esbarra em obrigação legal de guarda — o caso do prontuário —, isso será dito a você de forma explícita, com o motivo e o prazo. Não fingimos apagar o que a lei manda manter.

6. Segurança

  • Tráfego cifrado e credenciais guardadas em cofre, nunca em texto claro.
  • Isolamento entre clínicas aplicado no banco de dados: um pedido que aponte para dado de outra clínica não retorna o dado.
  • Acesso por perfil, com registro de tentativas negadas, não só das permitidas.
  • Arquivos clínicos ficam em armazenamento privado, acessíveis apenas por link temporário gerado para quem tem permissão.

Nenhum sistema é imune. Em caso de incidente com risco relevante aos titulares, comunicaremos os afetados e a ANPD nos termos do art. 48 da LGPD.

7. Contato

Para exercer direitos ou tirar dúvidas sobre esta política, procure o Encarregado pelo Tratamento de Dados.

A confirmar antes da publicação: o endereço de e-mail do Encarregado precisa ser uma caixa que existe e é monitorada. Enquanto isso não for confirmado, use o formulário da página de contato — ele chega à mesma equipe e o recebimento é registrado.

8. Mudanças nesta política

Quando o texto mudar, a data de atualização no topo muda junto. Alterações que afetem a finalidade do tratamento ou a base legal serão comunicadas antes de entrar em vigor.